Para Maria.



Brasília, agosto de 2020

Ei, Maria.

Tava aqui pensando sobre nosso encontro há 3 anos em Salvamô. Lembro de tu caminhando, com uma saia rodada e o sorriso bonito que só tu tem. Da gente no barzinho perto da casa de Brenda rindo horrores das nossas desilusões amorosas. Mas sabe o que mais lembro daquela época? Da tua liberdade. Da forma bonita que você vê o mundo. Sei lá. Acho você tão incrível, tão dona de si mesma. Uma mulher livre, sabe?

A quarentena tá acabando com o nosso psicológico. Ela adiou o encontro do nosso quarteto. Que épico será o dia em que nos encontrarmos. Mais de dez anos de amizade nascido na era blogger. Mas enquanto isso quero que saiba que você me inspira e que é muito foda ter uma amiga igual a você. Que todos os dias cresço contigo e que é muito bom dividir a vida com você. Sei que às vezes bate umas crises existenciais aí e que a gente se pergunta: o que eu estou fazendo nesse mundo?! Mas, mulher, se acalme. Você tá fazendo a diferença, viu. Não só em minha vida, mas na vida de muitas pessoas que te acompanham e te amam.

É uma honra estar em seus melhores amigos, no instagram, rir das suas peripécias e acompanhar as suas sagas por ingressos. Quando será que Sandy e Junior fará um novo show? Então, é isso. Quero que saiba que você é foda e que é uma honra acompanhar a sua evolução desde a época que a gente era menina (ou será que ainda somos? Questões. A carta de hoje é só pra te dizer que essa época vai passar, tá? E sabe como sairemos dela? Mais fodas do que somos. 

Eu te amo, amiga, muito. Fica bem daí que eu fico bem daqui. 2021 é nozes.

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